As primeiras hipóteses sobre a hereditariedade foram feitas em 410 a. C. por Hipócrates. Ele dizia que cada parte do corpo liberava uma pequena partícula chamada Gêmula para o sêmen, o que seria responsável pela formação do embrião. Essa teoria começou a sofrer críticas devido à características que eram herdadas dos avós, e não dos pais, de determinadas pessoas. Depois disso, com o microscópio ainda pouco desenvolvido, descobriu-se a existência do espermatozóide e acreditou-se que ele continha um pequeno ser já desenvolvido em seu interior. Outros acreditavam que o ser estava presente no óvulo, e não no espermatozóide. Essa teoria foi desmentida com o avanço dos microscópios. Houve também, até o séc. XIX, a crença de que as características hereditárias passavam para os filhos através do sangue., daí o uso de expressões como cavalo puro-sangue, casamento consangüíneo, etc. Em 1865, Gregor Mendel concluiu que as características eram determinadas por um par de fatores hereditários. Seus trabalhos não tiveram o devido reconhecimento até o início do séc. XX, quando foram publicados e se tornaram a base da Genética.
Historia da Genética Ciência da genética nasceu em 1900, quando vários pesquisadores da reprodução das plantas descobriram o trabalho do monge austríaco Gregor Mendel, que, apesar de ter sido publicado em 1866, estabeleceu pela primeira vez os padrões de hereditariedade de algumas características existentes em ervilheiras, mostrando que obedeciam a regras estatísticas simples. Embora nem todas as características mostrem estes padrões de hereditariedade mendeliana, o trabalho de Mendel provou que a aplicação da estatística à genética poderia ser de grande utilidade. A partir da sua análise estatística, Mendel definiu o conceito de alelo como sendo a unidade fundamental da hereditariedade. Mendel não tinha conhecimento da natureza física dos genes. Atualmente sabemos que a informação genética está contida no DNA. A manipulação do DNA pode alterar a hereditariedade e as características dos organismos. A seguir temos uma linha do tempo com os principais marcos da genética: 1866 - Gregor Mendel estabelece as leis da hereditariedade. 1910 - Tomas Morgan demonstra que os cromossomos contêm os genes, unidade básica da herança genética. 1953 - James Watson e Francis Crick descobrem a estrutura do DNA. Sintetizado quimicamente o primeiro gene. 1972 - Paul Berg produz a primeira molécula de DNA recombinante, o grande passo para experimentos entre organismos diferentes. 1978 - A Genentech, americana, produz a partir de bactérias a insulina humana recombinante. 1983 - Kary Mullis cria a técnica do PCR (Reação em cadeia da polimerase ). 1990 - Começa o Projeto Genoma Humano estatal. 1998 - Craig Venter funda a empresa Celera Genomics para completar rapidamente o genoma humano. 2000 - No dia 26/06/2000, apresentação conjunta do primeiro esboço do Genoma Humano, devido a um acordo entre o projeto público e o privado.
Em 1865, Gregor Mendel estabeleceu pela primeira vez alguns padrões de hereditariedade de certas características existentes em ervilhas, mostrando que obedeciam a regras estatísticas simples. A partir de sua análise Mendel entendeu o gene como sendo um ente fundamentel para a hereditariedade. Mendel não tinha conhecimento da natureza física dos genes. Atualmente sabemos que a informação genética está contida no DNA. A manipulação do DNA pode alterar a hereditariedade e as características dos organismos.O trabalho de Mendel provou que a aplicação da estatística à genética poderia ser de grande utilidade, apesar de apenas ter sido redescoberto e recebido o devido valor anos após sua morte.
Com o objetivo de compreender a hereditariedade das características em seres vivos, em 1856, um monge austríaco e matemático, que possuia conhecimento sobre botânica, decidiu iniciar um experimento com ervilhas-de-cheiro, que possuiam características que favoreciam a manipulação do experimento. Através de proporções matemáticas, Gregor Mendel (1822-1884) realizou fertilizações artificiais das ervilhas possibilitando o encontro de genes de características constantes diferentes chegando a razões matemáticas que descreviam implicitamente o comportamento hereditário, embora Mendel não possuísse o conceito físico de genes. Essas pesquisas deram origem a um artigo intitulado "Experiments with Plant Hybrids" em uma sociedade de ciência natural local. Tal pesquisa foi ignorada, sendo apenas em 1900, confirmada por outros pesquisadores.
Então, nasceu a genética, que passou a estudar o que em 1856 já havia sido proposto por Mendel. Foi então reconhecido que, estudar a hereditariedade é entender as características do ser, bem como as alterações no metabolismo e as diferenças presentes na variabilidade genética.
Bibliografia: Mendel, Gregor - Experiments in Plant Hybridization - 1865 - Brünn Natural History Society. http://www.geocities.com/joab_br/mendel/gregor_mendel.html http://pt.wikipedia.org/wiki/Gen%C3%A9tica http://www.suapesquisa.com/cienciastecnologia/genetica
Não se sabe ao certo quando começaram a surgir as idéias sobre herança biológica, mas muitos consideram a hipótese de Hipócrates como umas das primeiras a ser proposta. Assim como tudo na vida, a ciência também evoluiu, e não poderia ser diferente com a genética: “Começando” das partículas hereditárias transmitidas no momento da concepção de Hipócrates e passando para as hipóteses de Aristó-teles que viriam a influenciar o pensamento europeu no Renascimen-to, o estudo da genética foi crescendo lentamente até chegar ao sé-culo XIX. Durante esse período (de Aristóteles até o séc. XIX) a gené-tica recebeu uma importante contribuição de Willian Harvey, cuja teo-ria serviu como base para a Teoria de Pré-formação. Mas foi a partir do séc. XIX que a genética realmente cresceu: das leis de Mendel até o seqüenciamento do genoma humano, a genética não pára de se expandir – evoluir -, buscando novas causas e soluções para proble-mas até então inexplicáveis.
Em 1865, Gregor Mendel estabeleceu pela primeira vez os padrões de herediteriedade utilizando ervilhas, mas foi ignorado por muito tempo, até que, em 1900, trabalhando separadamente, o holandes Hugo de Vries, o austríaco Erich Tschermak e o alemão Karl Correm chegaram às mesmas conclusões e redescobriram as pesquisas de Mendel, reconhecendo então seu estudo.Gregor Mendel era monge e tinha algumas noções de botanica.Seu estudo consistia no cruzamento das espécies, assim ele observou que as diferentes linhagens, para as diferentes caracteristicas escolhidas, eram sempre puras, ou seja, nao apresentavam variações genéticas.Depois de Mendel o suíço Friedrich Miescher e sua equipe de pesquisa descobriram os ácidos nucleicos.Essas foram as primeiras e mais importantes descobertas da genética.
Uma das primeiras hipóteses consistentes sobre herança biológica, proposta por Hipócrates, foi denominada Pangênese e segundo ela, o corpo produzia partículas hereditárias chamadas gêmulas, que eram transmitidas aos descendentes. Aproximadamente um século depois, Aristóteles desenvolveu um tratado que defendida a existência, no sêmen do pai, de algum tipo de substância responsável pela herança, descartando assim a teoria de Hipócrates.
Em 1667, Leeuwenhoek descobriu os espermatozóides. E a idéia de que os espermatozóides podiam ter relação com o nascimento de um novo ser só foi confirmada dois séculos mais tarde, pois tinha sido inicialmente contestada por muitos cientistas, que achavam que os espermatozóides eram simplesmente micróbios parasitas que se desenvolviam no sêmen. Em 1672, foi descoberto que não só os machos, mas também as fêmeas participavam do processo reprodutivo, através da produção de óvulos.
No século XVII, surgia o pré-formismo, segundo o qual o espermatozóide continha, em seu interior, um ser microscópico totalmente formado. Curiosamente, havia também aqueles que advogavam a presença de um ser pré-formado no óvulo, e não no espermatozóide. Com o desenvolvimento dos microscópios, o pré-formismo foi descartado.
Em 1865, o monge austríaco Gregor Mendel concluiu que cada característica era determinada por um par de fatores hereditários. Somente no início do século XX os fatores hereditários idealizados por Mendel foram reconhecidos e localizados: estavam nos cromossomos de todas as células. A partir de então vários estudos sobre genética foram consolidados, dando origem à Genética Moderna.
Gregor Mendel é muito importante para a história da genética. Em 1865, ele mostrou que ervilhas obedeciam a regras estatísticas simples, provando que a aplicação da estatística à genética poderia ser de grande utilidade. Só depois da morte de Mendel é que seu trabalho foi redescoberto por cientistas que enfrentavam problemas parecidos. A partir de Mendel a genética evoluiu: em 1869 Friedrich Miescher descobre os ácidos nucléicos, em 1941 George Wells Beadle e Edward Lawrie Tatum demonstram que os genes controlam a síntese de enzimas, entre outras descobertas, até os dias de hoje.
Bibliografia Enciclopédia Novo Século 6, pág 988. Ed Visor. http://www.anbiojovem.org.br/index.php?mod=mat&id_materia=21 http://www.eurespondo.com.br/saude/genetica/index.asp?action=historia&nome=Hist%F3ria+da+Gen%E9tica
Os filosofos gregos já se preocupavam em explicações sobre a herança biológica e ainda naum tinham muito conhecimento sobre o assunto, entretanto, todas as teses criadas por eles estavam completamente erradas. Podemos citar sobre o filósofo grego Hipocrátes que criou a teoria da pangênese, dizendo que cada órgão produzia partículas hereditarias(gêmulas) que seriam transmitidas aos decendentes na hora da concepção. Outro exemplo é o de Aristóteles, que defendia a tese de ter alguma substância no sêmen do pai responsável peça herança. Ainda mais uma é a do pré-formismo que falava sobre um ser totalmente formado no espermatozóide. A genética em si começou a ser estudada em 1865, quando mendel enunciou as leis da herança. Depois dele, muitos cientistas começam a estudar a genética. Uns deles são o americano James Dewey Watson e o inglês Francis Harry Compton Crick, que em 1953 descobrem a estrutura do DNA. Em 1970, a equipe do indiano Har Gobind Khoranna realiza a primeira síntese comleta de um gene. Já em 1985, Kary Mullis inventa a PCR (polymerase chain reaction), técnica que permite reconstruir um gene completo a partir de um pedaço reproduzido de DNA. Em 1990, pesquisadores britânicos anunciam a descoberta do gene que determina o sexo. E em 2003, 99% do genoma humano foi sequenciado pelo projeto GENOMA HUMANO. As teorias sobre a genética evoluiram muito rapidamente, desde às teorias de Mendel até os dias de hoje, em que os cientistas já clonaram animais. Assim como pensamos hoje que as teses dos filósofos gregos eram erroneas e despresíveis, muito provavelmente daqui uns cem anos as nossas teorias poderão também estar erradas. O certo é que em cada época, os cientistas descobrem e propôem novos conceitos sobre o estudo do ser humano, beneficiando a sociedade.
As trasmissões de características de pais para filhos começou a ser entendida a partir de 460 a.C por hipóteses por um médico e filosofo grego chamado Hipócrates. A primeira hipótese foi a Pangênese:cada parte do corpo produz partículas hereditárias chamadas de gêmulas, que seriam passadas para seus filhos a partir da sua migração para o sêmen. Contestando a teoria da Pangênese, Aristoteles,dizia que ela não explicava como uma pessoa poderia ter as caracteristicas de seus avos, mas ausente em seus pais. Tempos após alguns pesquisadores utilizando os microscópios ainda de má qualidade, acreditavam terem vistos um pequeno individuo no interior de cada espermatozoíde, essa era uma hipótese pré-formista, que com o avanço dos microscopios foi logo descartada. Em 1865,Gregor Mendel estabeleceu pela primeira vez os padrões de hereditariedade de algumas características existentes em ervilheiras, mostrando que obedeciam a regras estatísticas simples. Mendel depois de sua analise define o conceito de alelo( unidade fundamental da hereditariedade). Atualmente sabemos que a informação genética está contida no DNA. A sua manipulação pode alterar a hereditariedade e as características dos organismos.
A história da hereditariedade começa em 400 a.C., desde aquela época já existiam pensamentos errôneos sobre a hereditariedade, um exemplo desse pensamento foi a hipóteses de Hipócrates. De acordo com esse médico, existia uma parte do corpo que migrava para o sêmen na hora da fecundação, e por isso que passavam características semelhantes de pai para filho(Pangênese). Havia também várias outras teorias como o Pré-formismo e a de Aristóteles que contradizia a teoria da pangênese, pois ele se perguntava como um indivíduo podia ter características dos seus avós, mas que estavam ausentes em seus pais. Em 1865, Gregor Mendel propôs que pela primeira vez os padrões de hereditariedade de algumas características existentes em ervilhas-de-cheiro, mostrando que obedeciam a regras estatísticas simples. Mas só depois da sua morte que o seu trabalho recebeu algum valor. Mas foi só com a evolução da tecnologia e o aprimoramento da microscopia que a hereditariedade evoluiu consideravelmente. Nos dias de hoje, sabemos que manipulação do DNA pode alterar a hereditariedade e as características dos organismos, logo, é nele que a informação genética está contida.
Movidos pela curiosidade e interesse de saber o por que das semelhanças e passadas de pais para filhos, diversas gerações estudaram e criaram teorias (algumas hoje consideramos bizarras!) sobre a genética. Porém, ela só alcançou esse estágio de desenvolvimento nos últimos 50, 60 anos. Mas não podemos esquecer que foram hipóteses formadas por filósofos gregos que convenceram até os tempos modernos. Hipócrates propôs, a fim de explicar a hereditariedade, a Pangênese, que defendia que partes do corpo produziam partículas que eram transmitidas para seus descendentes no momento da concepção. Já Aristóteles, defendia a existência de uma base física de hereditariedade no sêmen dos pais, tirando da idéia a base sobrenatural ou emocional. Porém, as semelhanças como o jeito de andar e falar comum em pais e filhos, ele não pode explicar, devido a falta de recursos em seu tempo. Os antigos sabiam da importância do líquido seminal dos machos, porém desconheciam o papel da fêmea no progresso e foi só no século XIX que foi demonstrado que o novo ser surge da união de duas células, espermatozóide e óvulo (vindo da mãe). Em 1667, foi descoberta a presença dos espermatozóides no sêmen, porém foi contestado por cientistas que acreditavam ser micróbios parasitas. Mesmo assim, alguns cientistas com a imaginação fértil, julgaram ver um indivíduo no interior do espermatozóide, criando a hipótese pré-formista, que foi logo descartada com o desenvolvimento dos microscópios. Só em 1865, Gregor Mendel propôs que as características eram determinadas por um par de fatores hereditários e que na hora da formação, o indivíduo recebia um do pai e o outro da mãe. Mas, passou despercebida e só 35 anos depois que foi confirmada e aceita a sua teoria, lançando assim, as bases da Genética.
Genética: estudo cientifico de como se transmitem os caracteres físicos, bioquímicos e de comportamento de pais e filhos. Este termo foi criado em 1906 pelo biólogo britânico William Bateson. Os geneticistas determinam os mecanismos hereditários pelos quais descendentes de organismos que se reproduzem de forma sexual não se parecem exatamente com seus pais, e as diferenças e semelhanças entre pais e filhos que se reproduzem de geração em geração, segundo determinados padrões.
Origem e desenvolvimento da Genética
A ciência da genética nasceu em 1900, quando vários investigadores da reprodução das plantas descobriram o trabalho do monge austríaco Gregor Mendel, que, apesar de ter sido publicado em 1866, havia sido ignorado por muito tempo. Mendel, que trabalhou com a planta da ervilha, descreveu os padrões da herança em função de sete pares de traços contrastantes que apareciam em sete variedades diferentes dessa planta. Mendel estabeleceu cinco princípios que se aplicam igualmente a todos os seres vivos e se mantêm até hoje:
1) Cada característica física de um organismo vivo é produto de um “fator hereditário” especifico, que Mendel concebeu como algum tipo de partícula. 2) Esses fatores hereditários existem aos pares nos seres vivos. 3) Com respeito a cada uma dessas características, apenas um dos dois fatores existentes na mãe e um dos dois existentes no pai são transmitidos a cada um dos filhos. 4) Existe uma probabilidade igual de que qualquer um dos fatores da mãe e qualquer um dos fatores do pai sejam herdados pelos filhos. 5) Alguns fatores são dominantes, outros, recessivos.
A redescoberta dos trabalhos de Mendel fez com que os cientistas percebessem que os padrões hereditários que ele havia descrito eram comparáveis á ação dos cromossomos nas células em divisão, e sugeriram que as unidades mendelianas de herança, os genes, se localizavam nos cromossomos. O geneticista americano Walter S. Sutton apresentou as primeiras provas conclusivas de que os cromossomos contêm as unidades da hereditariedade e que eles ocorrem em pares distintos. Enquanto a mitose relaciona-se à vida cotidiana de vários tipos de células, a meiose lida com os processos fundamentais da genética e da evolução. A partir de 1903, os cientistas desenvolveram as descobertas de Darwim, Mendel, Flemming, Weismann e Sutton e refinaram nossa compreensão dos princípios que atuam quando a prole herda dos pais sua constituição genética. Atualmente, sabe-se que cada cromossomo contém muitos genes e que cada gene se localiza numa posição específica, o lócus. E que os gametas são formados por meiose e que a célula resultante, zigoto, tem a mesma carga genética da célula mãe da unidade zigótica. Sendo a metade dos cromossomos de um progenitor e a outra metade do outro. A união dos zigotos possibilita toda a variabilidade gênica conhecida dos seres e ocorre por meio de trocas de genes (crossing-over) entre cromossomos homólogos. Conclui-se, então, que a genética evoluiu consideravelmente com descobertas notórias, como as leis de evolução. E ainda progredirá muito mais com o passar do tempo, possibilitando a compreensão de diversas características genéticas e até mesmo sua manipulação com diversos fins que possibilitarão inúmeras vantagens a sociedade.
História da genética Quando se começou a pensar em genética (com os filósofos gregos) havia uma idéia muito superficial e errônea do que realmente é a genética. Isso se deve ao pouco instrumento de estudo e como eles estudavam, que era por método de lógica e dedução. Porém, as idéias e conclusões dos filósofos gregos foram utilizadas como instrumento de base para o estudo da genética para diversos cientistas tendo assim pouco avanço neste estudo até o final do séc. XIX. Foi quando Mendel com suas pesquisas botânicas deu um grande passo para Biologia em termos de genética. No início suas teorias não foram aceitadas, porém outros cientistas conseguiam chegar as mesmas conclusões de Mendel tornando-o assim quase um pai da Genética.
A genética é uma Ciência recente, cuja historia veio por um monge nascido na Boêmia, Gregor Mendel(1822-1884), porém sua descoberta permaneceu ignorada até 1900 quando um cientista William Bateson visitou Brno, em 1904, pra procurar documentos.Infelizmente o abade sucessor de Mendel havia queimado todos os papeis particulares do monge cientista.Afortunadamente os documentos oficiais de Mendel permaneceram nos arquivos do mosteiro, ode foram descobertos por um jovem padre Anselm Matousek.O material descoberto por ele sobreviveu por milagre às duas guerras mundiais, e hoje se encontra no Mendel Memorial Hall. Apesar de tudo o que foi feito e preservado, não se tem ideia de qual foi a fonte de inspiração de Mendel. O Mendel é chamado de o Pai da Genética por causa das descobertas dele.
Genética é a ciência dos genes. Ramo da biologia que estuda a transferência das características físicas e biológicas de geração para geração. Muitos cientistas acreditam que a explicação para inúmeros problemas presentes no nosso metabolismo se encontra nos genes.
Em 1865, Gregor Mendel estabeleceu os padrões de hereditariedade de algumas características existentes em ervilheiras (ele escolheu a ervlha-de-cheiro, devido a algumas de suas características especificas, para analisar), mostrando que obedeciam a regras estatísticas simples. A partir da sua análise estatística, Mendel definiu o conceito de alelo como sendo a unidade fundamental da hereditariedade. O termo "alelo" tal como Mendel o utilizou, expressa a idéia de "gene", enquanto que nos nossos dias ele é utilizado para especificar uma variante de um gene.
Mendel era um monge com alguns conhecimentos sobre botanica e era também matemático, mas não tinha conhecimento da natureza física dos genes. Foram seu raciocínio matemático e suas observações embasadas no seu conhecimento sobre botanica que permitiram a elaboração de estatísticas sobre o comportamento das ervilhas em condições adversas e assim definir o conceito de alelos dominantes e recessívos.
"Ramo da biologia que estuda a hereditariedade, ou seja, investiga as razões de semelhanças e diferenças que se manifestam nos organismos relacionados entre si por descendência. Suas bases assentam-se nas experiências do botânico Gregor Johann Mendel (1822-1884)".
Resumo dos termos e expressões mais usados em genética:
1. Genes - Elementos nucleares constituídos por DNA, responsáveis pela determinação e transmissão dos caracteres hereditários. 2. Genes alelos ou alelomorfos - Genes que interagem determinando um caráter hereditário formam par e se situam em locais correspondentes nos cromossomos homólogos. 3. Cromossomos homólogos - São aqueles que nas células somáticas formam um par. Possuem o mesmo tamanho, têm a mesma forma e encerram genes para o mesmo caráter. 4. Fator - É o mesmo que gene. 5. Locus (plural = loci) - Local certo de cada gene no cromossomo. 6. Homozigoto ou puro - Indivíduo que possui genes alelos iguais para determinado fenótipo. 7. Heterozigoto ou híbrido - Indivíduo que possui genes alelos diferentes para um mesmo caráter. 8. Genótipo - Conjunto de genes responsáveis por um caráter hereditário. É a constituição genética de um indivíduo. O genótipo é representado por letras. Para isso, convencionou-se: a) A letra que designa a manifestação dominante deve ser a mesma que designa a manifestação recessiva. b) Distinguimos a manifestação dominante por uma letra maiúscula; a recessiva , por letra minúscula. 9. Fenótipo - Caráter que se manifesta por efeito do genótipo. Resulta da interação do genótipo com o meio ambiente. Fenótipo = genótipo + o meio Essa influência externa, levando à manifestação de um fenótipo que não ocorre exatamente ao que se poderia esperar em função do genótipo, recebe o nome de peristase. 10. Dominância e recessividade - Gene dominante: É aquele que manifesta seu caráter hereditário mesmo na ausência de seu alelo dominante, ou seja, determina seu caráter mesmo em dose simples. - Gene recessivo: É aquele que só manifesta seu caráter hereditário, na ausência do seu alelo dominante, ou seja, só manifesta seu caráter hereditário em dose dupla. 11. Nomenclatura dos pares de genes AA = dominante homozigoto (puro),Aa = dominante heterozigoto (híbrido), aa = recessivo homozigoto (puro) 12. Mutações gênicas - Os genes alelos não são necessariamente idênticos. Assim, o gene A não é idêntico ao gene a. Isso de deve a pequenas alterações no locus.
As origens da genética:
A palavra genética foi criada pelo biologista inglês Willian Bateson (1861 - 1926), sendo definida literalmente como “o ramo das ciências biológicas que estuda e procura explicar os fenômenos relacionados a hereditariedade”. Mas na realidade surgiu em 1900, com a descoberta dos trabalhos de um botânico austríaco chamado Gregor Johann Mendel (22/06/1822 - 06/01/1884), nosso famoso Mendel, considerado o Pai da Genética. Ele iniciou seus trabalhos com 34 diferentes variedades de ervilhas, dentre as quais selecionou as que mais convinham a seus experimentos. Mas por que ervilhas? - facilidade de cultivo; variedades facilmente identificadas; - alto índice de fertilidade. - ciclo de vida curto, que permite obter várias gerações em pouco tempo; - hermafroditas.
Grandes heranças mendelianas:
Mendel cruzou e produziu híbridos de plantas com características distintas - plantas altas com plantas anãs, ervilhas amarelas com ervilhas verdes e assim por diante. Ele observou com surpresa que tais características não são diluídas nem resultam em meio-termo, mas se mantêm distintas: o rebento híbrido de uma planta alta e de uma anã era sempre alto, não de tamanho médio. o que ele observou foi... ervilhas verdes + ervilhas amarelas , resultavam em ervilhas amarelas e não em ervilhas verde-amareladas! E, ainda mais interessante, quando Mendel miscigenava os híbridos altos, a geração seguinte retinha as características distintivas encontradas nas plantas "avós": a maioria era alta, porém mais ou menos um quarto delas eram anãs. Da mesma forma, a terceira geração de plantas do cruzamento amarelo/verde eram 75 por cento amarelas e 25 por cento verdes
Mendel logo deduziu a matemática por trás desse fenômeno. As plantas, como os mamíferos, têm dois "pais" e cada um aparentemente contribui com características (alta ou anã, amarela ou verde) para as gerações subseqüentes. Portanto, embora a característica de tamanho pequeno possa desaparecer na segunda geração, ela vai aparecer em alguns indivíduos da terceira; dessa maneira, a segunda geração (híbridos altos) deve ainda conter "instruções" para produzir rebentos pequenos. De fato, tais instruções devem vir em pares, um par de cada pai, e um elemento do par é passado para cada rebento da terceira geração. Além disso, de acordo com a "lei da variação independente" de Mendel, a contribuição de cada pai com um fator é algo governado pelas leis da probabilidade - fatores dominantes não têm maior probabilidade de serem passados adiante do que os recessivos. Características herdadas também são independentes: as instruções para altura não têm nada a ver com as instruções para a cor. Embora a questão da hereditariedade seja geralmente bem mais complicada do que o cruzamento de ervilhas, Mendel havia se deparado com um princípio genético fundamental. Tão logo as descobertas de Mendel foram cruzadas com a biologia da célula, a genética emergiu como um novo campo. Com o melhoramento dos microscópios, os biólogos foram capazes de observar que as células se reproduzem dividindo-se em duas, e que cada célula resultante herda metade de cada cromossomo do original. Em idos de 1870, foi também descoberto que, quando um esperma fertiliza um ovo, os cromossomos se combinam. Essas duas observações juntas explicam o mecanismo básico da hereditariedade. Os "fatores" de Mendel foram eventualmente renomeados de genes', e descobriu-se que cada par de cromossomos em uma célula carrega vários pedaços de informação genética. De um modo geral, a genética abriu caminho para uma linha darwiniana modificada: a evolução se processa algumas vezes por mutação súbita, com as novas características sendo passadas geneticamente, mas principalmente pela variação genética natural (recombinação de genes). Em cada caso, a natureza "seleciona" as mudanças favoráveis à sobrevivência e rejeita as mudanças que não são para melhor (como são geralmente as mutações radicais).
Foram formuladas algumas teorias sobre a hereditariedade antes que se chegasse ao modelo atual.
A primeira foi a da Pangênese, formulada por Hipócrates em 410 a.C., e dizia cada órgão ou parte do corpo de um organismo vivo produziria partículas hereditárias chamadas Gêmulas. Estas Gêmulas migrariam para o sêmen e originaria, assim, um novo indivíduo com características novas. Por exemplo: Hipócrates acreditava que no olho havia um gêmula que determinava características como a cor dos olhos, o tamanho... Como essa teoria não dá conta de explicar as características herdadas dos avós, por exemplo, outra fora formulada.
Com base nessa falha de Hipócrates, Aristóteles formulou a teoria do Pré-formismo, que surgiu logo depois da descoberta dos espermatozóides e afirmava que dentro dos espermatozóides havia um diminuto ser pré-formado. Houve também quem acreditasse que esse ser pré-formado encontrava-se no óvulo, e não no espermatozóide. Pura imaginação dos cientitas já que naquela época os microscopios eram de péssima resolução.
Com a descoberta dos gametas ficou muito mais clara a idéia da transmissão das características hereditárias. Após comprovar-se que a união de um gameta masculino (espermatozóide) com um gameta feminino (óvulo) dá origem a um novo ser pode-se entender que os espermatozóides carregavam as informações do pai e os óvulos as infirmações da mãe. Ainda assim não se explicava o aparecimento de características presentes em avós ou parentes.
Gregor Mendel, em 1865, concluiu que as características dos indivíduos eram determinadas por fatores hereditários. Durante a formação dos gametas esses pares de fatores hereditários se separavam, de modo que o gameta portava apenas um fator responsável por uma determinada característica. Primeiramente, as teorias de Mendel não foram bem aceitas, porém, no início do século passado, fora comprovado o que ele havia idealizado através da descoberta que esses fatores hereditários, já denominados genes, se encontravam nos cromossomos das células. Consolidava-se, então, a Teoria Cromossômica da Herança. Somente em 1940 foi evidenciado que o Ácido Desoxirribonucléico (DNA)é a substância responsável pela hereditariedade.
24 comentários:
As primeiras hipóteses sobre a hereditariedade foram feitas em 410 a. C. por Hipócrates. Ele dizia que cada parte do corpo liberava uma pequena partícula chamada Gêmula para o sêmen, o que seria responsável pela formação do embrião. Essa teoria começou a sofrer críticas devido à características que eram herdadas dos avós, e não dos pais, de determinadas pessoas.
Depois disso, com o microscópio ainda pouco desenvolvido, descobriu-se a existência do espermatozóide e acreditou-se que ele continha um pequeno ser já desenvolvido em seu interior. Outros acreditavam que o ser estava presente no óvulo, e não no espermatozóide. Essa teoria foi desmentida com o avanço dos microscópios.
Houve também, até o séc. XIX, a crença de que as características hereditárias passavam para os filhos através do sangue., daí o uso de expressões como cavalo puro-sangue, casamento consangüíneo, etc.
Em 1865, Gregor Mendel concluiu que as características eram determinadas por um par de fatores hereditários. Seus trabalhos não tiveram o devido reconhecimento até o início do séc. XX, quando foram publicados e se tornaram a base da Genética.
Bibliografia:
http://www.bioatividade.hpg.com.br/hereditariedade.htm
http://www.10emtudo.com.br/artigos_1.asp?CodigoArtigo=4&Pagina=1&tipo=artigo
Historia da Genética
Ciência da genética nasceu em 1900, quando vários pesquisadores da reprodução das plantas descobriram o trabalho do monge austríaco Gregor Mendel, que, apesar de ter sido publicado em 1866, estabeleceu pela primeira vez os padrões de hereditariedade de algumas características existentes em ervilheiras, mostrando que obedeciam a regras estatísticas simples. Embora nem todas as características mostrem estes padrões de hereditariedade mendeliana, o trabalho de Mendel provou que a aplicação da estatística à genética poderia ser de grande utilidade. A partir da sua análise estatística, Mendel definiu o conceito de alelo como sendo a unidade fundamental da hereditariedade. Mendel não tinha conhecimento da natureza física dos genes. Atualmente sabemos que a informação genética está contida no DNA. A manipulação do DNA pode alterar a hereditariedade e as características dos organismos.
A seguir temos uma linha do tempo com os principais marcos da genética:
1866 - Gregor Mendel estabelece as leis da hereditariedade.
1910 - Tomas Morgan demonstra que os cromossomos contêm os genes, unidade básica da herança genética.
1953 - James Watson e Francis Crick descobrem a estrutura do DNA.
Sintetizado quimicamente o primeiro gene.
1972 - Paul Berg produz a primeira molécula de DNA recombinante, o grande passo para experimentos entre organismos diferentes.
1978 - A Genentech, americana, produz a partir de bactérias a insulina humana recombinante.
1983 - Kary Mullis cria a técnica do PCR (Reação em cadeia da polimerase ).
1990 - Começa o Projeto Genoma Humano estatal.
1998 - Craig Venter funda a empresa Celera Genomics para completar rapidamente o genoma humano.
2000 - No dia 26/06/2000, apresentação conjunta do primeiro esboço do Genoma Humano, devido a um acordo entre o projeto público e o privado.
bibliografia:
http://www.libertaria.pro.br/genoma_proj.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gen%C3%A9tica
http://www6.ufrgs.br/leadcap/amora/amadis_amora_projetos/paginas/projeto_198/historia_da_genetica.htm
Em 1865, Gregor Mendel estabeleceu pela primeira vez alguns padrões de hereditariedade de certas características existentes em ervilhas, mostrando que obedeciam a regras estatísticas simples. A partir de sua análise Mendel entendeu o gene como sendo um ente fundamentel para a hereditariedade. Mendel não tinha conhecimento da natureza física dos genes. Atualmente sabemos que a informação genética está contida no DNA. A manipulação do DNA pode alterar a hereditariedade e as características dos organismos.O trabalho de Mendel provou que a aplicação da estatística à genética poderia ser de grande utilidade, apesar de apenas ter sido redescoberto e recebido o devido valor anos após sua morte.
Bibliografia:
http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/genetica.htm
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20071005103805AADkNGo
Antonio Ladeira - nº06 - QM121
Com o objetivo de compreender a hereditariedade das características em seres vivos, em 1856, um monge austríaco e matemático, que possuia conhecimento sobre botânica, decidiu iniciar um experimento com ervilhas-de-cheiro, que possuiam características que favoreciam a manipulação do experimento. Através de proporções matemáticas, Gregor Mendel (1822-1884) realizou fertilizações artificiais das ervilhas possibilitando o encontro de genes de características constantes diferentes chegando a razões matemáticas que descreviam implicitamente o comportamento hereditário, embora Mendel não possuísse o conceito físico de genes. Essas pesquisas deram origem a um artigo intitulado "Experiments with Plant Hybrids" em uma sociedade de ciência natural local. Tal pesquisa foi ignorada, sendo apenas em 1900, confirmada por outros pesquisadores.
Então, nasceu a genética, que passou a estudar o que em 1856 já havia sido proposto por Mendel. Foi então reconhecido que, estudar a hereditariedade é entender as características do ser, bem como as alterações no metabolismo e as diferenças presentes na variabilidade genética.
Bibliografia:
Mendel, Gregor - Experiments in Plant Hybridization - 1865 - Brünn Natural History Society.
http://www.geocities.com/joab_br/mendel/gregor_mendel.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gen%C3%A9tica
http://www.suapesquisa.com/cienciastecnologia/genetica
Nome: Amanda Diniz nº.: 02
Não se sabe ao certo quando começaram a surgir as idéias sobre herança biológica, mas muitos consideram a hipótese de Hipócrates como umas das primeiras a ser proposta.
Assim como tudo na vida, a ciência também evoluiu, e não poderia ser diferente com a genética:
“Começando” das partículas hereditárias transmitidas no momento da concepção de Hipócrates e passando para as hipóteses de Aristó-teles que viriam a influenciar o pensamento europeu no Renascimen-to, o estudo da genética foi crescendo lentamente até chegar ao sé-culo XIX. Durante esse período (de Aristóteles até o séc. XIX) a gené-tica recebeu uma importante contribuição de Willian Harvey, cuja teo-ria serviu como base para a Teoria de Pré-formação. Mas foi a partir do séc. XIX que a genética realmente cresceu: das leis de Mendel até o seqüenciamento do genoma humano, a genética não pára de se expandir – evoluir -, buscando novas causas e soluções para proble-mas até então inexplicáveis.
Sites:
http://www.sbi.org.br/sbinarede/SBInarede53/aline.htm
http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/genetica/genetica2.php
http://www.anbiojovem.org.br/index.php?mod=mat&id_materia=21
Em 1865, Gregor Mendel estabeleceu pela primeira vez os padrões de herediteriedade utilizando ervilhas, mas foi ignorado por muito tempo, até que, em 1900, trabalhando separadamente, o holandes Hugo de Vries, o austríaco Erich Tschermak e o alemão Karl Correm chegaram às mesmas conclusões e redescobriram as pesquisas de Mendel, reconhecendo então seu estudo.Gregor Mendel era monge e tinha algumas noções de botanica.Seu estudo consistia no cruzamento das espécies, assim ele observou que as diferentes linhagens, para as diferentes caracteristicas escolhidas, eram sempre puras, ou seja, nao apresentavam variações genéticas.Depois de Mendel o suíço Friedrich Miescher e sua equipe de pesquisa descobriram os ácidos nucleicos.Essas foram as primeiras e mais importantes descobertas da genética.
http://www.anbiojovem.org.br/index.php?mod=mat&id_materia=21
http://www.dbi.ufla.br/gencarac.html
Ana Paula N°: 3
Uma das primeiras hipóteses consistentes sobre herança biológica, proposta por Hipócrates, foi denominada Pangênese e segundo ela, o corpo produzia partículas hereditárias chamadas gêmulas, que eram transmitidas aos descendentes. Aproximadamente um século depois, Aristóteles desenvolveu um tratado que defendida a existência, no sêmen do pai, de algum tipo de substância responsável pela herança, descartando assim a teoria de Hipócrates.
Em 1667, Leeuwenhoek descobriu os espermatozóides. E a idéia de que os espermatozóides podiam ter relação com o nascimento de um novo ser só foi confirmada dois séculos mais tarde, pois tinha sido inicialmente contestada por muitos cientistas, que achavam que os espermatozóides eram simplesmente micróbios parasitas que se desenvolviam no sêmen. Em 1672, foi descoberto que não só os machos, mas também as fêmeas participavam do processo reprodutivo, através da produção de óvulos.
No século XVII, surgia o pré-formismo, segundo o qual o espermatozóide continha, em seu interior, um ser microscópico totalmente formado. Curiosamente, havia também aqueles que advogavam a presença de um ser pré-formado no óvulo, e não no espermatozóide. Com o desenvolvimento dos microscópios, o pré-formismo foi descartado.
Em 1865, o monge austríaco Gregor Mendel concluiu que cada característica era determinada por um par de fatores hereditários. Somente no início do século XX os fatores hereditários idealizados por Mendel foram reconhecidos e localizados: estavam nos cromossomos de todas as células. A partir de então vários estudos sobre genética foram consolidados, dando origem à Genética Moderna.
Fonte:
http://www.10emtudo.com.br/imprimir_artigo.asp?CodigoArtigo=4&tipo=artig
Thais Neumann – nº 33
História da Genética
Gregor Mendel é muito importante para a história da genética. Em 1865, ele mostrou que ervilhas obedeciam a regras estatísticas simples, provando que a aplicação da estatística à genética poderia ser de grande utilidade. Só depois da morte de Mendel é que seu trabalho foi redescoberto por cientistas que enfrentavam problemas parecidos. A partir de Mendel a genética evoluiu: em 1869 Friedrich Miescher descobre os ácidos nucléicos, em 1941 George Wells Beadle e Edward Lawrie Tatum demonstram que os genes controlam a síntese de enzimas, entre outras descobertas, até os dias de hoje.
Bibliografia
Enciclopédia Novo Século 6, pág 988. Ed Visor.
http://www.anbiojovem.org.br/index.php?mod=mat&id_materia=21
http://www.eurespondo.com.br/saude/genetica/index.asp?action=historia&nome=Hist%F3ria+da+Gen%E9tica
Ygor Xavier Carvalho Rios Nº37
Os filosofos gregos já se preocupavam em explicações sobre a herança biológica e ainda naum tinham muito conhecimento sobre o assunto, entretanto, todas as teses criadas por eles estavam completamente erradas. Podemos citar sobre o filósofo grego Hipocrátes que criou a teoria da pangênese, dizendo que cada órgão produzia partículas hereditarias(gêmulas) que seriam transmitidas aos decendentes na hora da concepção. Outro exemplo é o de Aristóteles, que defendia a tese de ter alguma substância no sêmen do pai responsável peça herança. Ainda mais uma é a do pré-formismo que falava sobre um ser totalmente formado no espermatozóide.
A genética em si começou a ser estudada em 1865, quando mendel enunciou as leis da herança. Depois dele, muitos cientistas começam a estudar a genética. Uns deles são o americano James Dewey Watson e o inglês Francis Harry Compton Crick, que em 1953 descobrem a estrutura do DNA. Em 1970, a equipe do indiano Har Gobind Khoranna realiza a primeira síntese comleta de um gene. Já em 1985, Kary Mullis inventa a PCR (polymerase chain reaction), técnica que permite reconstruir um gene completo a partir de um pedaço reproduzido de DNA. Em 1990, pesquisadores britânicos anunciam a descoberta do gene que determina o sexo. E em 2003, 99% do genoma humano foi sequenciado pelo projeto GENOMA HUMANO.
As teorias sobre a genética evoluiram muito rapidamente, desde às teorias de Mendel até os dias de hoje, em que os cientistas já clonaram animais. Assim como pensamos hoje que as teses dos filósofos gregos eram erroneas e despresíveis, muito provavelmente daqui uns cem anos as nossas teorias poderão também estar erradas. O certo é que em cada época, os cientistas descobrem e propôem novos conceitos sobre o estudo do ser humano, beneficiando a sociedade.
Bibliografia:
http://www.anbiojovem.org.br/index.php?mod=mat&id_materia=21
http://www.10emtudo.com.br/imprimir_artigo.asp?CodigoArtigo=%204&tipo=artigo
As trasmissões de características de pais para filhos começou a ser entendida a partir de 460 a.C por hipóteses por um médico e filosofo grego chamado Hipócrates. A primeira hipótese foi a Pangênese:cada parte do corpo produz partículas hereditárias chamadas de gêmulas, que seriam passadas para seus filhos a partir da sua migração para o sêmen.
Contestando a teoria da Pangênese, Aristoteles,dizia que ela não explicava como uma pessoa poderia ter as caracteristicas de seus avos, mas ausente em seus pais.
Tempos após alguns pesquisadores utilizando os microscópios ainda de má qualidade, acreditavam terem vistos um pequeno individuo no interior de cada espermatozoíde, essa era uma hipótese pré-formista, que com o avanço dos microscopios foi logo descartada.
Em 1865,Gregor Mendel estabeleceu pela primeira vez os padrões de hereditariedade de algumas características existentes em ervilheiras, mostrando que obedeciam a regras estatísticas simples. Mendel depois de sua analise define o conceito de alelo( unidade fundamental da hereditariedade).
Atualmente sabemos que a informação genética está contida no DNA. A sua manipulação pode alterar a hereditariedade e as características dos organismos.
Links:
http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/genetica/genetica2.php
http://www.10emtudo.com.br/imprimir_artigo.asp?CodigoArtigo=4&tipo=artig
Aluna:Lívia Tristão Savignon nº25
Nome: Danielle Ignácio – Nº 11
A história da hereditariedade começa em 400 a.C., desde aquela época já existiam pensamentos errôneos sobre a hereditariedade, um exemplo desse pensamento foi a hipóteses de Hipócrates. De acordo com esse médico, existia uma parte do corpo que migrava para o sêmen na hora da fecundação, e por isso que passavam características semelhantes de pai para filho(Pangênese).
Havia também várias outras teorias como o Pré-formismo e a de Aristóteles que contradizia a teoria da pangênese, pois ele se perguntava como um indivíduo podia ter características dos seus avós, mas que estavam ausentes em seus pais.
Em 1865, Gregor Mendel propôs que pela primeira vez os padrões de hereditariedade de algumas características existentes em ervilhas-de-cheiro, mostrando que obedeciam a regras estatísticas simples. Mas só depois da sua morte que o seu trabalho recebeu algum valor.
Mas foi só com a evolução da tecnologia e o aprimoramento da microscopia que a hereditariedade evoluiu consideravelmente.
Nos dias de hoje, sabemos que manipulação do DNA pode alterar a hereditariedade e as características dos organismos, logo, é nele que a informação genética está contida.
Bibliografia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gen%C3%A9tica
http://www.anbiojovem.org.br/index.php?mod=mat&id_materia=21
http://www.prpg.ufla.br/genetica/gen_hist.htm
Movidos pela curiosidade e interesse de saber o por que das semelhanças e passadas de pais para filhos, diversas gerações estudaram e criaram teorias (algumas hoje consideramos bizarras!) sobre a genética. Porém, ela só alcançou esse estágio de desenvolvimento nos últimos 50, 60 anos. Mas não podemos esquecer que foram hipóteses formadas por filósofos gregos que convenceram até os tempos modernos. Hipócrates propôs, a fim de explicar a hereditariedade, a Pangênese, que defendia que partes do corpo produziam partículas que eram transmitidas para seus descendentes no momento da concepção. Já Aristóteles, defendia a existência de uma base física de hereditariedade no sêmen dos pais, tirando da idéia a base sobrenatural ou emocional. Porém, as semelhanças como o jeito de andar e falar comum em pais e filhos, ele não pode explicar, devido a falta de recursos em seu tempo. Os antigos sabiam da importância do líquido seminal dos machos, porém desconheciam o papel da fêmea no progresso e foi só no século XIX que foi demonstrado que o novo ser surge da união de duas células, espermatozóide e óvulo (vindo da mãe). Em 1667, foi descoberta a presença dos espermatozóides no sêmen, porém foi contestado por cientistas que acreditavam ser micróbios parasitas. Mesmo assim, alguns cientistas com a imaginação fértil, julgaram ver um indivíduo no interior do espermatozóide, criando a hipótese pré-formista, que foi logo descartada com o desenvolvimento dos microscópios.
Só em 1865, Gregor Mendel propôs que as características eram determinadas por um par de fatores hereditários e que na hora da formação, o indivíduo recebia um do pai e o outro da mãe. Mas, passou despercebida e só 35 anos depois que foi confirmada e aceita a sua teoria, lançando assim, as bases da Genética.
http://educaterra.terra.com.br/almanaque/ciencia/genoma4.htm
www.sergiosakall.com.br/montagem/5mendel.html
http://www.sbi.org.br/sbinarede/SBInarede53/aline.htm
http://www.10emtudo.com.br/artigos_1.asp?CodigoArtigo=4&Pagina=1&tipo=artigo
Introdução
Genética: estudo cientifico de como se transmitem os caracteres físicos, bioquímicos e de comportamento de pais e filhos. Este termo foi criado em 1906 pelo biólogo britânico William Bateson.
Os geneticistas determinam os mecanismos hereditários pelos quais descendentes de organismos que se reproduzem de forma sexual não se parecem exatamente com seus pais, e as diferenças e semelhanças entre pais e filhos que se reproduzem de geração em geração, segundo determinados padrões.
Origem e desenvolvimento da Genética
A ciência da genética nasceu em 1900, quando vários investigadores da reprodução das plantas descobriram o trabalho do monge austríaco Gregor Mendel, que, apesar de ter sido publicado em 1866, havia sido ignorado por muito tempo. Mendel, que trabalhou com a planta da ervilha, descreveu os padrões da herança em função de sete pares de traços contrastantes que apareciam em sete variedades diferentes dessa planta. Mendel estabeleceu cinco princípios que se aplicam igualmente a todos os seres vivos e se mantêm até hoje:
1) Cada característica física de um organismo vivo é produto de um “fator hereditário” especifico, que Mendel concebeu como algum tipo de partícula.
2) Esses fatores hereditários existem aos pares nos seres vivos.
3) Com respeito a cada uma dessas características, apenas um dos dois fatores existentes na mãe e um dos dois existentes no pai são transmitidos a cada um dos filhos.
4) Existe uma probabilidade igual de que qualquer um dos fatores da mãe e qualquer um dos fatores do pai sejam herdados pelos filhos.
5) Alguns fatores são dominantes, outros, recessivos.
A redescoberta dos trabalhos de Mendel fez com que os cientistas percebessem que os padrões hereditários que ele havia descrito eram comparáveis á ação dos cromossomos nas células em divisão, e sugeriram que as unidades mendelianas de herança, os genes, se localizavam nos cromossomos. O geneticista americano Walter S. Sutton apresentou as primeiras provas conclusivas de que os cromossomos contêm as unidades da hereditariedade e que eles ocorrem em pares distintos. Enquanto a mitose relaciona-se à vida cotidiana de vários tipos de células, a meiose lida com os processos fundamentais da genética e da evolução. A partir de 1903, os cientistas desenvolveram as descobertas de Darwim, Mendel, Flemming, Weismann e Sutton e refinaram nossa compreensão dos princípios que atuam quando a prole herda dos pais sua constituição genética.
Atualmente, sabe-se que cada cromossomo contém muitos genes e que cada gene se localiza numa posição específica, o lócus. E que os gametas são formados por meiose e que a célula resultante, zigoto, tem a mesma carga genética da célula mãe da unidade zigótica. Sendo a metade dos cromossomos de um progenitor e a outra metade do outro. A união dos zigotos possibilita toda a variabilidade gênica conhecida dos seres e ocorre por meio de trocas de genes (crossing-over) entre cromossomos homólogos.
Conclui-se, então, que a genética evoluiu consideravelmente com descobertas notórias, como as leis de evolução. E ainda progredirá muito mais com o passar do tempo, possibilitando a compreensão de diversas características genéticas e até mesmo sua manipulação com diversos fins que possibilitarão inúmeras vantagens a sociedade.
Bibliografia: www.ime.usp.br/~cesar/projects/lowtech/setemaiores/genetica.htm
vestibular1.com.br/revisao/resumo_gentica.doc
POSTANDO PRO CARLOS QUE ESQUECEU A SENHA !
http://www.anbiojovem.org.br/index.php?mod=mat&id_materia=21
História da genética
Quando se começou a pensar em genética (com os filósofos gregos) havia uma idéia muito superficial e errônea do que realmente é a genética. Isso se deve ao pouco instrumento de estudo e como eles estudavam, que era por método de lógica e dedução.
Porém, as idéias e conclusões dos filósofos gregos foram utilizadas como instrumento de base para o estudo da genética para diversos cientistas tendo assim pouco avanço neste estudo até o final do séc. XIX.
Foi quando Mendel com suas pesquisas botânicas deu um grande passo para Biologia em termos de genética. No início suas teorias não foram aceitadas, porém outros cientistas conseguiam chegar as mesmas conclusões de Mendel tornando-o assim quase um pai da Genética.
Ayrton Zenon De la Cruz Alfaro Nº7
Historia da Genética:
A genética é uma Ciência recente, cuja historia veio por um monge nascido na Boêmia, Gregor Mendel(1822-1884), porém sua descoberta permaneceu ignorada até 1900 quando um cientista William Bateson visitou Brno, em 1904, pra procurar documentos.Infelizmente o abade sucessor de Mendel havia queimado todos os papeis particulares do monge cientista.Afortunadamente os documentos oficiais de Mendel permaneceram nos arquivos do mosteiro, ode foram descobertos por um jovem padre Anselm Matousek.O material descoberto por ele sobreviveu por milagre às duas guerras mundiais, e hoje se encontra no Mendel Memorial Hall.
Apesar de tudo o que foi feito e preservado, não se tem ideia de qual foi a fonte de inspiração de Mendel.
O Mendel é chamado de o Pai da Genética por causa das descobertas dele.
Rodrigo Chistone n:29
Genética é a ciência dos genes. Ramo da biologia que estuda a transferência das características físicas e biológicas de geração para geração. Muitos cientistas acreditam que a explicação para inúmeros problemas presentes no nosso metabolismo se encontra nos genes.
Em 1865, Gregor Mendel estabeleceu os padrões de hereditariedade de algumas características existentes em ervilheiras (ele escolheu a ervlha-de-cheiro, devido a algumas de suas características especificas, para analisar), mostrando que obedeciam a regras estatísticas simples. A partir da sua análise estatística, Mendel definiu o conceito de alelo como sendo a unidade fundamental da hereditariedade. O termo "alelo" tal como Mendel o utilizou, expressa a idéia de "gene", enquanto que nos nossos dias ele é utilizado para especificar uma variante de um gene.
Mendel era um monge com alguns conhecimentos sobre botanica e era também matemático, mas não tinha conhecimento da natureza física dos genes. Foram seu raciocínio matemático e suas observações embasadas no seu conhecimento sobre botanica que permitiram a elaboração de estatísticas sobre o comportamento das ervilhas em condições adversas e assim definir o conceito de alelos dominantes e recessívos.
Bibliografia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gen%C3%A9tica
http://www.suapesquisa.com/cienciastecnologia/gene
Genética:
"Ramo da biologia que estuda a hereditariedade, ou seja, investiga as razões de semelhanças e diferenças que se manifestam nos organismos relacionados entre si por descendência. Suas bases assentam-se nas experiências do botânico Gregor Johann Mendel (1822-1884)".
Resumo dos termos e expressões mais usados em genética:
1. Genes - Elementos nucleares constituídos por DNA, responsáveis pela determinação e transmissão dos caracteres hereditários.
2. Genes alelos ou alelomorfos - Genes que interagem determinando um caráter hereditário formam par e se situam em locais correspondentes nos cromossomos homólogos.
3. Cromossomos homólogos - São aqueles que nas células somáticas formam um par. Possuem o mesmo tamanho, têm a mesma forma e encerram genes para o mesmo caráter.
4. Fator - É o mesmo que gene.
5. Locus (plural = loci) - Local certo de cada gene no cromossomo.
6. Homozigoto ou puro - Indivíduo que possui genes alelos iguais para determinado fenótipo.
7. Heterozigoto ou híbrido - Indivíduo que possui genes alelos diferentes para um mesmo caráter.
8. Genótipo - Conjunto de genes responsáveis por um caráter hereditário. É a constituição genética de um indivíduo. O genótipo é representado por letras. Para isso, convencionou-se:
a) A letra que designa a manifestação dominante deve ser a mesma que designa a manifestação recessiva.
b) Distinguimos a manifestação dominante por uma letra maiúscula; a recessiva , por letra minúscula.
9. Fenótipo - Caráter que se manifesta por efeito do genótipo. Resulta da interação do genótipo com o meio ambiente.
Fenótipo = genótipo + o meio
Essa influência externa, levando à manifestação de um fenótipo que não ocorre exatamente ao que se poderia esperar em função do genótipo, recebe o nome de peristase.
10. Dominância e recessividade - Gene dominante: É aquele que manifesta seu caráter hereditário mesmo na ausência de seu alelo dominante, ou seja, determina seu caráter mesmo em dose simples.
- Gene recessivo: É aquele que só manifesta seu caráter hereditário, na ausência do seu alelo dominante, ou seja, só manifesta seu caráter hereditário em dose dupla.
11. Nomenclatura dos pares de genes AA = dominante homozigoto (puro),Aa = dominante heterozigoto (híbrido), aa = recessivo homozigoto (puro)
12. Mutações gênicas - Os genes alelos não são necessariamente idênticos. Assim, o gene A não é idêntico ao gene a. Isso de deve a pequenas alterações no locus.
As origens da genética:
A palavra genética foi criada pelo biologista inglês Willian Bateson (1861 - 1926), sendo definida literalmente como “o ramo das ciências biológicas que estuda e procura explicar os fenômenos relacionados a hereditariedade”.
Mas na realidade surgiu em 1900, com a descoberta dos trabalhos de um botânico austríaco chamado Gregor Johann Mendel (22/06/1822 - 06/01/1884), nosso famoso Mendel, considerado o Pai da Genética.
Ele iniciou seus trabalhos com 34 diferentes variedades de ervilhas, dentre as quais selecionou as que mais convinham a seus experimentos. Mas por que ervilhas?
- facilidade de cultivo; variedades facilmente identificadas; - alto índice de fertilidade. - ciclo de vida curto, que permite obter várias gerações em pouco tempo; - hermafroditas.
Grandes heranças mendelianas:
Mendel cruzou e produziu híbridos de plantas com características distintas - plantas altas com plantas anãs, ervilhas amarelas com ervilhas verdes e assim por diante. Ele observou com surpresa que tais características não são diluídas nem resultam em meio-termo, mas se mantêm distintas: o rebento híbrido de uma planta alta e de uma anã era sempre alto, não de tamanho médio.
o que ele observou foi...
ervilhas verdes + ervilhas amarelas , resultavam em ervilhas amarelas e não em ervilhas verde-amareladas!
E, ainda mais interessante, quando Mendel miscigenava os híbridos altos, a geração seguinte retinha as características distintivas encontradas nas plantas "avós": a maioria era alta, porém mais ou menos um quarto delas eram anãs. Da mesma forma, a terceira geração de plantas do cruzamento amarelo/verde eram 75 por cento amarelas e 25 por cento verdes
Mendel logo deduziu a matemática por trás desse fenômeno. As plantas, como os mamíferos, têm dois "pais" e cada um aparentemente contribui com características (alta ou anã, amarela ou verde) para as gerações subseqüentes. Portanto, embora a característica de tamanho pequeno possa desaparecer na segunda geração, ela vai aparecer em alguns indivíduos da terceira; dessa maneira, a segunda geração (híbridos altos) deve ainda conter "instruções" para produzir rebentos pequenos. De fato, tais instruções devem vir em pares, um par de cada pai, e um elemento do par é passado para cada rebento da terceira geração.
Além disso, de acordo com a "lei da variação independente" de Mendel, a contribuição de cada pai com um fator é algo governado pelas leis da probabilidade - fatores dominantes não têm maior probabilidade de serem passados adiante do que os recessivos. Características herdadas também são independentes: as instruções para altura não têm nada a ver com as instruções para a cor.
Embora a questão da hereditariedade seja geralmente bem mais complicada do que o cruzamento de ervilhas, Mendel havia se deparado com um princípio genético fundamental. Tão logo as descobertas de Mendel foram cruzadas com a biologia da célula, a genética emergiu como um novo campo. Com o melhoramento dos microscópios, os biólogos foram capazes de observar que as células se reproduzem dividindo-se em duas, e que cada célula resultante herda metade de cada cromossomo do original. Em idos de 1870, foi também descoberto que, quando um esperma fertiliza um ovo, os cromossomos se combinam.
Essas duas observações juntas explicam o mecanismo básico da hereditariedade. Os "fatores" de Mendel foram eventualmente renomeados de genes', e descobriu-se que cada par de cromossomos em uma célula carrega vários pedaços de informação genética. De um modo geral, a genética abriu caminho para uma linha darwiniana modificada: a evolução se processa algumas vezes por mutação súbita, com as novas características sendo passadas geneticamente, mas principalmente pela variação genética natural (recombinação de genes). Em cada caso, a natureza "seleciona" as mudanças favoráveis à sobrevivência e rejeita as mudanças que não são para melhor (como são geralmente as mutações radicais).
http://www.professorjarbasbio.com.br/genetica.htm
http://www.geocities.com/~esabio/Mendel.htm
Teorias da Hereditariedade
Foram formuladas algumas teorias sobre a hereditariedade antes que se chegasse ao modelo atual.
A primeira foi a da Pangênese, formulada por Hipócrates em 410 a.C., e dizia cada órgão ou parte do corpo de um organismo vivo produziria partículas hereditárias chamadas Gêmulas. Estas Gêmulas migrariam para o sêmen e originaria, assim, um novo indivíduo com características novas. Por exemplo: Hipócrates acreditava que no olho havia um gêmula que determinava características como a cor dos olhos, o tamanho...
Como essa teoria não dá conta de explicar as características herdadas dos avós, por exemplo, outra fora formulada.
Com base nessa falha de Hipócrates, Aristóteles formulou a teoria do Pré-formismo, que surgiu logo depois da descoberta dos espermatozóides e afirmava que dentro dos espermatozóides havia um diminuto ser pré-formado. Houve também quem acreditasse que esse ser pré-formado encontrava-se no óvulo, e não no espermatozóide. Pura imaginação dos cientitas já que naquela época os microscopios eram de péssima resolução.
Com a descoberta dos gametas ficou muito mais clara a idéia da transmissão das características hereditárias. Após comprovar-se que a união de um gameta masculino (espermatozóide) com um gameta feminino (óvulo) dá origem a um novo ser pode-se entender que os espermatozóides carregavam as informações do pai e os óvulos as infirmações da mãe.
Ainda assim não se explicava o aparecimento de características presentes em avós ou parentes.
Gregor Mendel, em 1865, concluiu que as características dos indivíduos eram determinadas por fatores hereditários. Durante a formação dos gametas esses pares de fatores hereditários se separavam, de modo que o gameta portava apenas um fator responsável por uma determinada característica.
Primeiramente, as teorias de Mendel não foram bem aceitas, porém, no início do século passado, fora comprovado o que ele havia idealizado através da descoberta que esses fatores hereditários, já denominados genes, se encontravam nos cromossomos das células. Consolidava-se, então, a Teoria Cromossômica da Herança.
Somente em 1940 foi evidenciado que o Ácido Desoxirribonucléico (DNA)é a substância responsável pela hereditariedade.
Fonte:
http://www.bioatividade.hpg.com.br/hereditariedade.htm
Stephanie Di Chiara Salgado - Nº 32
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